quarta-feira, 13 de abril de 2016

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TESTE TESTE

sacudido antes de poder terminar essa análise. Vê uma mulher, não mais velha que ele, certamente, porem com aspecto muito mais imponente e perigoso do que ele jamais teria.
     - Levante! O que você ainda está fazendo aí deitado? Rápido, eles estão vindo. Levanta garoto!
     O jovem levanta rápido, confuso, vê seu pequeno e nada aconchegante lar destruído, as chamas queimam tudo o que encontram instigadas pelo vento que entra no canto onde antes ficava sua cama e uma janela, e onde agora, enxerga a rua através do grande buraco que se abriu com a explosão.
     A jovem estranha para na beira do buraco em sua parede, parece estar analisando uma possível rota de fuga, mas desiste rapidamente se virando para o jovem aspirante a escritor.
     - Como saímos daqui? Rápido! Pergunta a garota.
     - Pela cobertura. Responde sem nem ao menos pensar a respeito. Por que eu disse isso pensa. Nunca nem fui na cobertura. Mas a garota já está se pondo a caminho e ele acha melhor segui-la de qualquer maneira. Tem a sensação que se não ficar junto a ela será morto sem sombra de dúvidas.
     - Para que lado? Ela pergunta apressada. – Vamos, acorde. Eu preciso de você. Para que lado?
     - Por aqui, a direita. Ele responde e então se coloca a caminho da escada que leva ao terraço. - São apenas dois andares. Eles sobem as escadas depressa. Primeiro lance. Segundo lance. Terceiro lance. Quarto lance. São mais que dois andares pensa. Então chegam a porta que dá para o terraço do prédio. Está trancada. Ele a força, mas sem êxito.
     - Saia da frente. Ela manda enquanto, num movimento tão rápido, que o jovem não acreditaria se não tivesse visto com seus próprios olhos, puxa uma arma estranha presa em uma espécie de coldre embaixo do braço esquerdo e atira na fechadura da porta de metal. Ela explode abrindo um buraco do tamanho de sua mão na fechadura. Faíscas de metal em brasa caem no seu braço e queimam superficialmente sua pele. Eles se deslocam rápido e chegam ao terraço onde podem ver os prédios vizinhos. O seu era o mais alto do quarteirão e dos quarteirões próximos. Eles correm até a borda e o jovem não acredita no que vê.

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